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  • Espetáculo e Tertúlia: A violência contra a pessoa portadora de deficiência

    A tertúlia foi moderada pelo Professor Luís Capucha (Coordenador Científico do Núcleo de Estudos da Deficiência, CIES-Iscte), com a presença no painel dos convidados José Nogueira (Subdiretor do Mestrado “Estudos da Deficiência e Direitos Humanos” da ESPP do Iscte), Sofia Berger (Psicóloga da LABOR) e Cristina Rodrigues (Assistente Social na Cerci Lisboa).

  • Conferência | «Universal design: can services be for all?»

    Conferência gratuita e de participação livre.

    Oradora convidada desta conferência – Prof.ª Brita Nielson  – Norwegian University of Science and Technology.

  • Núcleo de Estudos da Deficiência presente no Fórum de Recrutamento Inclusivo

    O Coordenador Operacional do Núcleo de Estudos da Deficiência participou como orador na Sessão de Encerramento do Fórum de Recrutamento Inclusivo, no Iscte, assinalando o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

  • Aulas Abertas | Mestrado em Estudos da Deficiência e Direitos Humanos

    Estas aulas abertas, gratuitas e de participação livre têm por objetivo alargar e disseminar o conhecimento sobre este projeto académico inovador, sendo desenvolvidas em formato híbrido (presencial e online).

  • 2.º Seminário Internacional do
    Núcleo de Estudos da Deficiência

    Realiza-se a 7 de dezembro de 2023 o segundo seminário, que terá como keynote speaker Gareth Hughes, da European Agency for Special Needs and Inclusive Education. 

    Serão apresentados os resultados preliminares do estudo nacional “O Estado da Arte da Educação Inclusiva em Portugal”.

    O evento realiza-se entre as 09:30 e as 17:00 no auditório J.J.Laginha no Iscte.
    É organizado pelo NED, CIES e Escola de Sociologia e Políticas Públicas do Iscte.

    A participação no Seminário é gratuita mas sujeita a inscrição e limitada à capacidade do auditório.

  • Iscte cria primeiro núcleo de estudos específico sobre deficiência



    Lisboa, 23 mai 2023 (Lusa) – O Iscte – Instituto Universitário de Lisboa – criou o primeiro núcleo de estudos específico sobre deficiência no país, que congrega a investigação que tem sido feita de forma dispersa e isolada, e colmatando a pouca informação científica existente.

    O Núcleo de Estudos da Deficiência em Portugal funciona desde há cerca de quatro meses e teve a sua apresentação pública oficial no dia 18 de maio, com a realização do primeiro seminário internacional, sob o tema “Vida independente e direitos sociais, que futuro?”.

    Em declarações à agência Lusa, o coordenador científico do Núcleo disse que o Iscte “foi a primeira universidade em muitas coisas”, que “nasceu com a marca da inovação, neste caso da inovação social”, incorporando no seu “ADN a ideia de que a academia tem de acompanhar os tempos”.

    Na opinião de Luís Capucha, a mudança tem que ser feita com o apoio do conhecimento e da formação, sublinhando que “hoje em dia já não se aceita que as pessoas [com deficiência] sejam acantonadas em instituições que são deprimentes”.

    “Quando a gente lá chega vê todas as pessoas com os mesmos problemas, que só vêem outras pessoas com problemas iguais aos delas, que não participam na vida social. Isso, hoje em dia, é um bocadinho inaceitável”, considerou, acrescentando que, mais uma vez, o Iscte arriscou numa área inovadora.

    Luís Capucha explicou que o Iscte , tal como outras instituições de ensino, tem investigadores que, “de uma forma mais ou menos dispersa e isolada”, fazem investigação e outros trabalhos na área da docência dos estudos da deficiência, “que é uma área tradicional em muitas universidades estrangeiras”.

    “Portugal não tem nenhuma estrutura regular. Os estudos que há sobre a deficiência são muito insuficientes. Nós em Portugal temos pouca informação de caráter científico, quer sobre as barreiras, quer sobre as dificuldades, quer sobre as políticas, quer sobre as características das próprias pessoas [com deficiência]”, referiu.

    Segundo o responsável, o país acaba por ter “muito pouca informação para aquilo que seria desejável” e tendo em conta “aquilo que é normal noutros países”.

    Nesse sentido, a instituição entendeu que tinha condições para avançar com a criação do núcleo, uma vez que já “tinha algum património de investigação” e tinha a possibilidade de “desenvolver uma estrutura mais ou menos profissionalizada”.

    Luís Capucha salientou que o objetivo é “estruturar uma intervenção sistemática regular” nos três domínios da ação académica: ensino, investigação e extensão universitária, com a prestação de serviços à comunidade.

    Segundo o responsável, estão neste momento a montar um ‘site’, que vai estar associado à produção de indicadores e de um sistema de acompanhamento, quer da situação das pessoas com deficiência, quer das políticas nesta área, de modo a produzirem relatórios regulares.

    Na área do ensino, está em fase de receção de candidaturas uma pós-graduação sobre estudos da deficiência e direitos humanos, que tem um primeiro ano coincidente com um mestrado, que está em fase de aprovação na Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior. Acrescentou que está igualmente a ser preparado outro mestrado na área da deficiência para ser ministrado à distância.

    “Porque é que é importante esta oferta educativa? Porque a realidade não muda por decreto, não basta decretar, por exemplo, que a educação agora é inclusiva para a educação passar a ser inclusiva, da mesma maneira que não basta decretar que existem direitos humanos e direitos específicos para as pessoas com deficiência, para que esses direitos sejam cumpridos”, defendeu.

    Sublinhou que para que a mudança aconteça é preciso muita formação, quadros qualificados e capacitar as instituições, além de vontade política.

    Luís Capucha frisou ainda que apesar de este ser o primeiro núcleo de estudos deste género, o interesse é colaborar com todos os investigadores que queiram, acrescentando que as primeiras reuniões juntaram mais de 40 investigadores e professores.

    Destaque no notíciario da manhã de 23 de maio de 2023, na TSF:

    Réplicas:

    Expresso: https://expresso.pt/webstories/iscte-cria-primeiro-ncleo-de-estudos-especfico-sobre-deficincia

    Notícias ao Minuto: https://www.noticiasaominuto.com/pais/2326324/iscte-cria-primeiro-nucleo-de-estudos-especifico-sobre-deficiencia

    MSN: https://www.msn.com/pt-pt/noticias/ultimas/iscte-cria-primeiro-n%C3%BAcleo-de-estudos-espec%C3%ADfico-sobre-defici%C3%AAncia/ar-AA1byTYu?li=BBoPU0F

  • Chegou às escolas um novo jogo de tabuleiro para as crianças e jovens aprenderem mais sobre os direitos das pessoas com deficiência

    A partir desta semana vão ser entregues em várias escolas do ensino básico e secundário da margem sul de Lisboa uma centena de exemplares do jogo de tabuleiro “Kit Direitos Humanos” destinado a crianças e jovens dos 6 aos 18 anos para fomentar a inclusão e os direitos humanos das pessoas com deficiência e autismo. Neste tabuleiro vence quem souber responder melhor a desafios de inclusão na educação, na vida diária ou no emprego. Este jogo poderá ser jogado em família, terá uma versão em “app” para chegar a mais pessoas e, mais tarde, será comercializado. O projeto foi desenvolvido por investigadores do ISCTE em parceria com a associação Inovar Autismo.

    Ler mais aqui.

  • Cerca de 20 mil alunos vão testar jogo sobre direitos das pessoas com deficiência 

    Lisboa, 23 maio 2023 (Lusa) – Cerca de 20 mil crianças do ensino básico e secundário, da Área Metropolitana de Lisboa, vão testar um jogo de tabuleiro destinado a promover os direitos das pessoas com deficiência, mas que também poderá ser jogado em família.

    O jogo faz parte do “Kit Direitos Humanos” e foi desenvolvido por uma equipa de investigadores do Iscte – Instituto Universitário de Lisboa e a Inovar Autismo-, uma associação de Setúbal, criada em 2016, para promover a plena inclusão das pessoas com autismo e neurodiversidades na sociedade.

    À agência Lusa, o responsável pela equipa de investigadores do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES), do Iscte, adiantou que no decorrer desta e das próximas semanas o jogo vai chegar a 10 agrupamentos de escolas do ensino básico e secundário, dos municípios de Almada, Barreiro e Palmela, o que representa mais de 20 mil alunos.

    Trata-se de um “jogo interativo, que visa promover uma visão dos direitos das pessoas com deficiência e das barreiras que essas pessoas enfrentam na sociedade”, junto das crianças nas escolas, mas também junto da família, explicou Luís Capucha.

    De acordo com o responsável, trata-se, por enquanto, de uma iniciativa piloto, que assenta na convicção de que “grande parte das aprendizagens relevantes” são feitas de forma lúdica, sendo que a estrutura do jogo oscila entre o Jogo da Glória e o Monopólio.

    “As pessoas avançam nas casas, mas depois há uma série de cartões que lhes saem e permitem avançar ou ficar retidas, em função da maneira como respondem a questões a respeito da solidariedade, a respeito das barreiras que as pessoas enfrentam, a respeito dos direitos que as pessoas têm à educação, ao emprego, ao rendimento, à vida na Comunidade, etc”, explicou Luís Capucha.

    Revelou que haverá também uma versão eletrónica e que o jogo é acessível a crianças cegas e surdas.

    Admitiu, por outro lado, que o objetivo é que o jogo venha a ser “utilizado de forma sistemática e generalizada” nas escolas, reconhecendo que não basta dar recursos pedagógicos e didáticos, já que “as bibliotecas das escolas estão cheias de produtos de elevado potencial que estão amontoados e não são utilizados”.

    Luís Capucha disse que a equipa gostaria que o jogo se transformasse numa atividade corrente, não só pela importância de as crianças serem educadas “para o respeito dos direitos humanos e para a compreensão das dificuldades do outro”, mas também pelo impacto que isso poderá vir a ter nas respetivas famílias.

    “Isto vai ser importante não apenas para as pessoas com deficiência, mas também para muitas outras problemáticas, porque se as crianças têm que decidir entre uma opção que as beneficia só elas ou uma opção que beneficia mais gente e que é solidária no quadro de uma decisão que eles têm que tomar no momento, perante uma determinada situação, essa aprendizagem pode ser depois transferida para outros setores”, destacou.

    Luís Capucha referiu ainda que o jogo foi desenvolvido com a ajuda de pessoas com deficiência, “que sentem os problemas mais diretamente”, tanto no que diz respeito aos problemas abordados, como também às soluções encontradas, dando como exemplo o problema das acessibilidades, que não afeta apenas as pessoas com deficiência, para defender que uma sociedade acessível é melhor para toda a gente.

    Réplicas:

    Observador: https://observador.pt/2023/05/23/cerca-de-20-mil-alunos-vao-testar-jogo-sobre-direitos-das-pessoas-com-deficiencia/

    Jornal de Notícias: https://www.jn.pt/local/noticias/lisboa/lisboa/cerca-de-20-mil-alunos-vao-testar-jogo-sobre-direitos-das-pessoas-com-deficiencia–16404210.html

    Notícias ao Minuto: https://www.noticiasaominuto.com/pais/2326331/alunos-vao-testar-jogo-sobre-direitos-das-pessoas-com-deficiencia

  • I.º Seminário Internacional em Estudos da Deficiência e Direitos Humanos: “Vida independente e direitos sociais, que futuro?”

    18 de maio 09:30 – 17:00

    Auditório JJ Laginha

    Iscte – Instituto Universitário de Lisboa

    Imagens da sessão

    Testemunhos

    Ana Sofia Antunes
    Secretária de Estado da Inclusão
    Luis Capucha
    Coordenador do Núcleo de Estudos da Deficiência
    Manuela Ralha
    Vereadora da Câmara Municipal de
    Vila Franca de Xira
    Maria Helena Fonseca
    Membro da ACAPO
    9:00 Acreditação
    9:30 Sessão de abertura 

    Maria de Lurdes Rodrigues, Reitora do Iscte
    Teresa Patrício, Diretora do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia, CIES-Iscte
    10:00Apresentação do Núcleo de Estudos da Deficiência e Pós-Graduação em Deficiência e Direitos Humanos – Iscte

    Luís Capucha, Iscte
    10:30MAVI: o Caminho Percorrido

    Moderação: Rui Machado, coordenador do CAVI da APPCDM Porto

    As especificidades do modelo português de apoio à vida independente: presente e futuro

    Fernanda Sousa, Chefe de Equipa MAVI – Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P

    A Avaliação Intercalar do Modelo de Apoio à Vida Independente: lições e desafios para o futuro das políticas sociais

    José Nogueira, Iscte
    Lara Querido, Iscte
    11:20Coffee Break
    11:35Mesa-redonda: Olhares e reflexões sobre o impacto da assistência pessoal na autonomia e qualidade de vida das pessoas com deficiência

    Maria Inácia Campaniço, Diretora CAVI – APPACDM de Évora
    Rafaela Cruz, destinatária de assistência pessoal – CAVI APCAS
    Maria Helena Fonseca, destinatária de assistência pessoal – CAVI ACAPO
    Maria Fernanda Alfenin, familiar de destinatário de assistência pessoal

    Moderação: Joana Morais Castro – Universidade Católica do Porto
    12:30 Debate em plenário
    13:00Almoço-livre
    14:30Direitos humanos e deficiência – investigação e aprendizagens internacionais 

    Wenn Lawson, Professor in Curtin University – Pert, Australia
    Edurne Garcia Iriarte, Professor in School of Social Work and Social Policy, Trinity College, Dublin, Ireland

    Moderação: Rodrigo Ramos, Presidente do Instituto Nacional para a Reabilitação
    15:30Debate em plenário   
    15:40Mesa-Redonda: Contributo do modelo do MAVI para o futuro das políticas sociais em Portugal

    Rui Branco, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa
    Jerónimo Sousa, Centro Reabilitação Profissional de Gaia
    Manuela Ralha, Vereadora Câmara Municipal de Vila Franca de Xira     
    Catarina Marcelino, Conselho Diretivo do Instituto de Segurança Social, I.P.

    Moderação: Ana Salvado, perita na área da deficiência e chefe de equipa na PLANAPP
    16:30Sessão de encerramento

    Maria de Lurdes Rodrigues, Reitora do Iscte
    Helena Carvalho, Diretora da Escola de Sociologia e Políticas Públicas, Iscte
    Ana Sofia Antunes, Secretária de Estado da Inclusão